domingo, 5 de agosto de 2012

Galeria do André : Parte IV



Experimento IV

Técnica: Oxidação Sobre Tela

Galeria do André: Parte III


Experimento III


Oxidação sobre Tela

Galeria do Andre: Parte II



Experimento II


Técnica : Oxidação sobre tela 

Galeria do André : Parte I



Experimento I


Técnica : Oxidação sobre tela

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Sobre a vida e o sk8


  Foto: Henrique Zizo

  Frase: Marcelo D2

  "É isso,
   Na veia ainda corre aquele sangue de skatista
   Se cair eu levanto, levanto, levanto, levanto,     levanto, levanto
   Tento de novo até acertar, até acertar"




sábado, 31 de dezembro de 2011

xxxi xii mmxi


Não acertei todas
Alias deu para contar nos dedos de uma mão quantas acertei
Mas isso não importa
O que realmente importa e a diversão
E os amigos por perto
Infelizmente sempre falta alguém...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O Vôo do Carniceiro


Rodeando, rodeado e odiado
Sob o céu azulado
Sobre o lixo
Seu alimento, nossos restos
O vôo sobre sua sobrevivência
Nossos dejetos
Ainda sim o carniceiro e odiado?

domingo, 4 de dezembro de 2011

mais do Velho

"Um intelectual é um homem que diz uma coisa simples de uma maneira difícil; um artista é um homem que diz uma coisa difícil de uma maneira simples."





sábado, 5 de novembro de 2011

Entre les Murs (2007) França



Título original: (Entre les Murs)
Lançamento: 2007 (França)
Direção: Laurent Cantet
Atores: François Bégaudeau, Nassim Amrabt, Laura Baquela, Cherif Bounaïdja Rachedi.
Duração: 128 min
Gênero: Drama
Sinopse: François Marin (François Bégaudeau) trabalha como professor de língua francesa em uma escola de ensino médio, localizada na periferia de Paris. Ele e seus colegas de ensino buscam apoio mútuo na difícil tarefa de fazer com que os alunos aprendam algo ao longo do ano letivo. François busca estimular seus alunos, mas o descaso e a falta de educação são grandes complicadores. (fonte: http://www.adorocinema.com)
Reflexões.
A primeira impressão que o filme passa é que a sala de aula se equipara ao um campo de guerra, onde professor e aluno são inimigos e que estão sempre em confronto direto. O filme se passa em uma escola na periferia da França, esta que tem como alunos adolescentes oriundos do sul da áfrica, Ásia e America do Sul e claro alguns franceses, o que torna a classe um misto de culturas, estas que querem ser preservadas por aqueles que as carregam.
Nesse contexto temos o protagonista François: professor, Frances e que leciona a disciplina de Língua Francesa. Até aqui temos descrito o “campo de batalha”, mais não é bem assim que as coisas acontecem, o professor ele quer ensinar seu conteúdo, ele se preocupa com os alunos, ele é um bom professor que tenta administrar os conflitos que ocorrem, pois ali temos um “choque de civilizações”.
François também pode ser visto como um colonizador, por tudo que ele representa em sua própria figura, um típico Frances e que ensina Frances e seu publico imigrantes, filhos de imigrantes e estes têm uma cultura muito forte, dessa forma quando François impõe a cultura do dito como civilizado, a cultura do Frances a um estranhamento por parte dos alunos, este é o principal muro do filme, a meu ver o muro que separa as diferentes culturas e separa o intercambio entre elas, muro este que reflete a situação atual da França que recebe muitos imigrantes e que precisão destes, pois necessitam de mão de obra.
Outros muros aparecem como o isolamento das disciplinas, certa parte do filme o professor de historia quer fazer uma relação de sua aula com a de François e isso não ocorre. François oferece resistência. A escola como a educação em geral tem muitos problemas que se comunicam de forma direta ou indireta com os problemas da sociedade este filme demonstra claramente isso, o microcosmo corresponde ao macrocosmo. E alguns dos problemas que temos no filme temos em outras classes, em outros países.





Trecho de uma entrevista de Laurent Cantet:
UOL - É um filme sobre educação?
Cantet - Não, ele vai, além disso. Atravessamos os muros da escola para falar da sociedade nos dias de hoje, das relações humanas, da noção de autoridade, não só através da figura do professor, e de como as pessoas se colocam diante dessa autoridade. O filme também aborda o fato de pertencer a uma comunidade. O que isso significa? Como crescemos? Como transitamos entre tantas culturas diferentes? São questões que não fazem parte apenas do universo escolar, apenas um microcosmo num contexto maior.

UOL - Houve reação da parte dos professores?
Cantet - Sim, muitos se identificaram com o filme, com os problemas. Ao mesmo tempo, as piores críticas também vieram dos professores. Alguns disseram que criamos uma imagem pessimista demais para a escola. Eu acho o contrário: a imagem é otimista e alegre, mesmo se trata de questões às vezes trágicas. Em todo o caso, tentamos abordar o tema de maneira suficientemente complexa para que o filme não aborde apenas o lado ruim da escola. Também acho que os adolescentes sempre acabam surpreendendo em algum momento.

Conclusões
Este é um ótimo filme sobre as dimensões culturais, choque de culturas e a relação sociedade dentro e fora da escola, a forma como se conduz o filme, apresentando a ficção de forma documental torna este filme uma obra belíssima mostrando a realidade que muitos não querem ver.



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

sábado, 17 de setembro de 2011

Kant e a escola



É por isso que se mandam as crianças à escola: não tanto para que aprendam alguma coisa, mas para que se habituem a estar calmas e sentadas e a cumprir escrupulosamente o que se lhes ordena, de modo que depois não pensem mesmo que têm de pôr em prática as suas ideias.

 Paradoxo Cultural


Singular paradoxo tem sido registrado por último no ambiente cultural brasileiro, especificamente, no campo literário. Apesar de vendidos razoavelmente nas livrarias, os livros de grandes autores, clássicos e modernos, não são lidos por seus adquirentes, que geralmente compram as obras apenas quando as mesmas são indicadas para vestibulares ou, simplesmente, exigidas em currículos escolares de todos os níveis. Ou seja, a aquisição do livro não significa necessariamente a leitura de seu conteúdo nem o aproveitamento intelectual.

Essa contradição não chega a causar espécie em meio aos estudiosos da realidade nacional na área da literatura, pois já foi comprovado à exaustão, através de reiteradas pesquisas, o pouco apego do brasileiro ao hábito de ler, sobretudo obras mais eruditas ou complexas, rotuladas de "difíceis", quando na realidade requerem apenas um pouco mais de gosto da leitura e capacidade de assimilação.

Em um País onde se registram elevados índices do chamado "analfabetismo funcional", no caso de pessoas que sabem ler, mas, por falta de um eficiente aprendizado que as oriente no campo da compreensão de um texto, não conseguem entender sequer o conteúdo de um parágrafo, questiona-se como se dá ao mesmo tempo a proliferação de livrarias e o aumento registrado nos índices de vendas.

Essa realidade se explicaria por causa da predominância do chamado "leitor médio", voltado exclusivamente para a literatura superficial de entretenimento, geralmente concentrada em livros de autoajuda, de curiosidades, ou de proselitismo religioso. Esses leitores formam uma legião importante. Mas o lamentável é que os escritores de melhor nível são comumente alijados da preferência do grande contingente de leitores, circunstância que os estudiosos atribuem ao baixo nível da educação, perante o qual o modo de se expressar de autores como José Saramago, Guimarães Rosa e Clarice Lispector são considerados quase como "língua estrangeira". Embora o mundo da cultura, em seu espectro mais amplo, tenha evoluído bastante nos últimos tempos, em decorrência das inovações tecnológicas que possibilitaram mais fácil acesso às pesquisas através da Internet, essa expansão não alcançou o cerne do saber, somente possibilitado pela leitura dos grandes ensaístas, filósofos e ficcionistas. Avanços notórios nas áreas da informação científica, da produção artística, e da própria vida política obtiveram sensível margem de desenvolvimento, mas, sob outro ângulo, apequenou-se o estímulo ao aperfeiçoamento da linguagem e tornaram-se ainda mais impraticáveis os esforços despendidos para estimular o hábito da boa leitura. Por isso, são louváveis iniciativas como a da realização da Feira do Livro Infantil de Fortaleza, que lotou a Praça do Ferreira nos últimos dias.

O quadro se torna ainda mais preocupante quando são levadas em conta as agressões às quais se tornaram vulneráveis crianças e adolescentes, com formas invasivas de massificação que incluem desde violentos videogames e filmes a um tipo de literatura bastante difundida, e atualmente em franca ascensão, que é pretensamente destinada às crianças, mas, na realidade, acrescenta inadequados e distorcidos incentivos ao processo mutante de um caráter em formação.

sábado, 3 de setembro de 2011

sábado, 20 de agosto de 2011

Poesia, química e afins...





Eu, filho do carbono e do amoníaco,
Monstro de escuridão e rutilância,
Sofro, desde a epigênese da infância,
A influência má dos signos do zodíaco.

Profundissimamente hipocondríaco,
Este ambiente me causa repugnância...
Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
Que se escapa da boca de um cardíaco.

Já o verme - este operário das ruínas -
Que o sangue podre das carnificinas
Come, e á vida em geral declara guerra,

Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
E há de deixar-me apenas os cabelos,
Na frialdade inorgânica da terra!





Pedra Filosofal

Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.

Eles não sabem que o sonho
é vinho, é espuma, é fermento,
bichinho álacre e sedento,
de focinho pontiagudo,
que fossa através de tudo
num perpétuo movimento.

Eles não sabem que o sonho
é tela, é cor, é pincel,
base, fuste, capitel,
arco em ogiva, vitral,
pináculo de catedral,
contraponto, sinfonia,
máscara grega, magia,
que é retorta de alquimista,
mapa do mundo distante,
rosa-dos-ventos, Infante,
caravela quinhentista,
que é Cabo da Boa Esperança,
ouro, canela, marfim,
florete de espadachim,
bastidor, passo de dança,
Colombina e Arlequim,
passarola voadora,
pára-raios, locomotiva,
barco de proa festiva,
alto-forno, geradora,
cisão do átomo, radar,
ultra-som, televisão,
desembarque em foguetão
na superfície lunar.

Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.













inspirado em : 
http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc33_2/02-EA10309.pdf  
  http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc11/v11a07.pdf 

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Fora Helio !


A pergunta neste momento é : Porque um processo tão demorado?


Alguns grafites sobre o assunto...




link para assistir : http://www.camaracampinas.sp.gov.br/popup_aovivo
                           http://www.camaracampinas.sp.gov.br/


E fica a palavra de ordem :
FORA TODOS !



sábado, 6 de agosto de 2011

sábado, 30 de julho de 2011

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Ocaso, poeira e poluição.

Mais um capitulo do  mundo visto pela minha janela.


terça-feira, 5 de julho de 2011

Enquanto isso...

Estava sentado no ponto de onibus quando me foi apontado a frase:



Logo me lembrei de um rap



domingo, 19 de junho de 2011

A Banda



Olhando para esse coreto vazio, me um fim de tarde... num domingo. me veio a memoria os tempos de criança, quando eu ia com meus pais ver A BANDA na praça... logo me lembrei de Chico e sua musica.



E não podia me esquecer de  Caetano...

quarta-feira, 15 de junho de 2011