Jean-Paul Sartre (1905-1980)
gr. parállaksis,eós 'ação de alternar, donde movimento alternativo, esp. movimento regular dos ossos'; 'mudança, modificação'; 'perturbação da razão'; do Grego: παραλλαγή que significa alteração.
sábado, 16 de outubro de 2010
Mendigo Leitor
Lá estava ele
Deitado
Com suas roupas sujas!
Concreto.
Asfalto.
Terra.
Lixo.
Cercavam aquele Homem
Com sua revista Velha
Sua leitura estava alem de seu cerco
Estava alem de sua vida
Sua leitura era aquilo que realmente importava
E mais nada!!!
onibus
Ônibus - não!
Ônibus - não!
Quê que eu 'tô fazendo aqui,
Nesse ponto de ônibus;
Essas pessoas paradas aqui,
Nesse ponto de ônibus;
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
Ainda se o tempo não tivesse mudado,
Ainda se o ônibus tivesse parado
E esse cara, aqui do meu lado,
Fica me olhando com cara de tarado
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
O motorista não foi nada educado,
Passou na poça e me deixou encharcado
Parou à frente, super-lotado
E o cobrador que nunca tem trocado
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
Ultraje a Rigor
Ônibus - não!
Quê que eu 'tô fazendo aqui,
Nesse ponto de ônibus;
Essas pessoas paradas aqui,
Nesse ponto de ônibus;
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
Ainda se o tempo não tivesse mudado,
Ainda se o ônibus tivesse parado
E esse cara, aqui do meu lado,
Fica me olhando com cara de tarado
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
O motorista não foi nada educado,
Passou na poça e me deixou encharcado
Parou à frente, super-lotado
E o cobrador que nunca tem trocado
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
Ultraje a Rigor
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
MGA
Foi numa leva que a cabocla Maringá
Ficou sendo a retirante
que mais dava o que falar
E junto dela veio alguém que suplicou
Pra que nunca se esquecesse
de um caboclo que ficou
Maringá, Maringá
Depois que tu partiste
Tudo aqui ficou tão triste
Que eu garrei a imaginar
Maringá, Maringá
Para haver felicidade
É preciso que a saudade
Vá bater noutro lugar
Maringá, Maringá
Volta aqui pro meu sertão
Pra de novo o coração
De um caboclo assossegar
Antigamente uma alegria sem igual
Dominava aquela gente
da cidade de Pombal
Mas veio a seca,
toda chuva foi embora
Só restando então a mágoa
Do caboclo quando chora
Ficou sendo a retirante
que mais dava o que falar
E junto dela veio alguém que suplicou
Pra que nunca se esquecesse
de um caboclo que ficou
Maringá, Maringá
Depois que tu partiste
Tudo aqui ficou tão triste
Que eu garrei a imaginar
Maringá, Maringá
Para haver felicidade
É preciso que a saudade
Vá bater noutro lugar
Maringá, Maringá
Volta aqui pro meu sertão
Pra de novo o coração
De um caboclo assossegar
Antigamente uma alegria sem igual
Dominava aquela gente
da cidade de Pombal
Mas veio a seca,
toda chuva foi embora
Só restando então a mágoa
Do caboclo quando chora
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