domingo, 24 de outubro de 2010

"Liberdade não é fazer o que se quer, mas querer o que se faz. "

 Jean-Paul Sartre (1905-1980)

sábado, 16 de outubro de 2010

Mendigo Leitor




Lá estava ele
Deitado
Com suas roupas sujas!
Concreto.
Asfalto.
Terra.
Lixo.
Cercavam aquele Homem
Com sua revista Velha
Sua leitura estava alem de seu cerco
Estava alem de sua vida
Sua leitura era aquilo que realmente importava
E mais nada!!!

onibus

Ônibus - não!
Ônibus - não!
Quê que eu 'tô fazendo aqui,
Nesse ponto de ônibus;
Essas pessoas paradas aqui,
Nesse ponto de ônibus;
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
Ainda se o tempo não tivesse mudado,
Ainda se o ônibus tivesse parado
E esse cara, aqui do meu lado,
Fica me olhando com cara de tarado
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi
O motorista não foi nada educado,
Passou na poça e me deixou encharcado
Parou à frente, super-lotado
E o cobrador que nunca tem trocado
Quando eu tiver dinheiro,
Quando eu tiver dinheiro,
Eu prometo a mim mesmo que
Eu só vou andar de taxi

Ultraje a Rigor

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Como já dizia o Raul...















Vote nulo, não sustente parasitas.























sábado, 25 de setembro de 2010

MGA


Foi numa leva que a cabocla Maringá
Ficou sendo a retirante
que mais dava o que falar

E junto dela veio alguém que suplicou
Pra que nunca se esquecesse
de um caboclo que ficou

Maringá, Maringá
Depois que tu partiste
Tudo aqui ficou tão triste
Que eu garrei a imaginar

Maringá, Maringá
Para haver felicidade
É preciso que a saudade
Vá bater noutro lugar

Maringá, Maringá
Volta aqui pro meu sertão
Pra de novo o coração
De um caboclo assossegar

Antigamente uma alegria sem igual
Dominava aquela gente
da cidade de Pombal

Mas veio a seca,
toda chuva foi embora
Só restando então a mágoa
Do caboclo quando chora